Direção defensiva em frota: 5 erros que viram sinistro
Treinamento de direção defensiva isolado não reduz sinistro de frota corporativa porque o comportamento ao volante depende de feedback contínuo, e não de carga horária anual
Autor
Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Referência em EHS e Cultura de Segurança no Brasil e na América Latina, com 24+ anos liderando segurança em multinacionais como Votorantim Cimentos, Unilever e PepsiCo. Reduziu 86% da taxa de acidentes na PepsiCo LatAm e impactou mais de 100 mil pessoas em 47 países. Engenheira civil e de segurança do trabalho pela Unicamp, mestre em Diplomacia Ambiental pela Universidade de Genebra. Autora de mais de 15 livros sobre cultura de segurança, liderança e percepção de risco.
Treinamento de direção defensiva isolado não reduz sinistro de frota corporativa porque o comportamento ao volante depende de feedback contínuo, e não de carga horária anual
O modelo Bradley colapsa em quatro estágios curtos para diferenciar empresa que cumpre norma da que antecipa risco; Hudson separa essa faixa intermediária.
A meta de zero acidentes, na prática, dispara subnotificação, retalia a cultura de reportar e cega o C-level para os SIFs em vez de preveni-los.