
Pirâmide de Heinrich: 6 leituras que escondem SIF
A Pirâmide de Heinrich ajuda a ler precursores, embora esconda SIF quando a empresa transforma quase-acidente em contagem sem qualidade.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Página 102

A Pirâmide de Heinrich ajuda a ler precursores, embora esconda SIF quando a empresa transforma quase-acidente em contagem sem qualidade.

ROI de cultura de segurança só convence o conselho quando traduz risco operacional em dinheiro, decisão executiva e barreiras verificáveis.

Aceitabilidade de risco no PGR só funciona quando vira critério de decisão, dono de barreira, prazo de revisão e evidência verificável em campo.

Violação repetida em SST exige separar erro, atalho tolerado e quebra deliberada de barreira, porque punir rápido pode esconder a causa que vai produzir o próximo SIF.

O Diagrama de Ishikawa pode deixar de ser ferramenta pós-acidente e virar filtro preventivo do PGR quando o time investiga causas antes da perda.

Desvio crítico em SST precisa aparecer no painel antes do SIF, porque TRIR baixo pode esconder barreiras frágeis e ações vencidas.

Controle de engenharia no PGR deixa de ser escolha técnica quando o risco crítico continua dependendo de disciplina perfeita, EPI intacto e supervisor presente em todos os turnos

Saúde mental do líder em SST exige limites claros, linha de cuidado e leitura de sobrecarga, porque supervisor esgotado vira barreira fraca.

HAZID em SST evita que mudanças pequenas entrem no PGR como rotina, embora escondam cenários de SIF que a matriz 5x5 não enxerga.

APR dinâmica protege tarefas não rotineiras quando supervisor, executante e SST reabrem o risco antes da execução, não depois do desvio.