
Como montar matriz de fatores contribuintes em 8 etapas
A matriz de fatores contribuintes organiza evidências, barreiras e decisões para impedir que o RCA escolha uma causa confortável cedo demais.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
SIFs, RCA, pirâmide de Heinrich, queijo suíço de Reason e prevenção de fatalidades.

A matriz de fatores contribuintes organiza evidências, barreiras e decisões para impedir que o RCA escolha uma causa confortável cedo demais.

SIF anunciado não nasce no dia do dano; ele aparece antes em 7 sinais fracos que a liderança, o PGR e a investigação deixam passar.

Árvore de causas, 5 Porquês e Ishikawa respondem perguntas diferentes no RCA; estes 7 critérios evitam método bonito e causa fraca.

Viés retrospectivo faz o acidente parecer óbvio depois do dano e estreita o RCA; estas 8 perguntas protegem evidência, causa e aprendizado.

A primeira investigação de acidente exige 7 controles para o técnico de SST proteger evidências, evitar culpa rasa e gerar aprendizado real.

Evidência negativa é a ausência documentada de controle que deveria existir no acidente, e ela muda a qualidade do RCA porque transforma lacuna em achado.

Relatório fotográfico de acidente só ajuda o RCA quando registra cena, barreiras e sequência sem contaminar evidência nem antecipar culpa.

Lições aprendidas após acidente só reduzem recorrência quando viram decisão, dono, prazo, devolutiva e verificação no campo em até 45 dias reais.

O alerta de segurança pós-acidente só gera aprendizado quando descreve barreiras, decisões e controles, em vez de transformar o operador em aviso público.

A comunicação com famílias após SIF precisa proteger pessoas, evidências e confiança institucional antes que a empresa transforme cuidado em risco.