
7 mitos sobre inventário de riscos no PGR que o gerente de SST ainda acredita
O inventário de riscos só funciona quando revisa o trabalho real, define dono e dispara controle. Veja 7 mitos que travam o PGR e como corrigi-los.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
PGR, NR-01, percepção de risco, APR/AST, HAZOP, Bow-Tie e métodos preventivos.

O inventário de riscos só funciona quando revisa o trabalho real, define dono e dispara controle. Veja 7 mitos que travam o PGR e como corrigi-los.
Apetite ao risco não é coragem vaga: é o limite de exposição que a liderança aceita, mede e revalida antes de liberar o trabalho.
Validar 7 controles críticos antes da tarefa ajuda o supervisor a separar documento completo de barreira real, recusar exposição e decidir com método.
Separe dono, aprovador e executor no PGR em 8 decisões e evite controle sem fronteira, recusa sem alçada e escalada sem dono.
Mudança temporária só é segura quando o MOC trava prazo, dono, retorno ao baseline e prontidão de partida antes de liberar o desvio.

O Bow-Tie só entrega valor quando as barreiras são testadas no turno real; este guia mostra 7 controles para revisar risco crítico sem virar diagrama morto.
MOC de mudança pequena exige triagem em 24 horas, reabertura de inventário e PSSR, e 7 etapas para não liberar risco crítico por engano.

Em 24 meses, uma operação reduz 86% dos acidentes ao trocar papel por eliminação na fonte e parar de proteger risco com EPI antes de projeto.
APR, Bow-Tie e matriz de risco respondem a decisões diferentes no PGR. Escolha o método certo para a frente crítica e evite transformar planilha em barreira.
ALARP no PGR só funciona quando a liderança prova redução real do risco residual, com barreira testada, prazo e evidência de campo.