
DART em SST: 5 distorções que enganam o C-level
O DART mede restrição e transferência de trabalho após lesão, mas engana o C-level quando vira prova isolada de maturidade em segurança.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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O DART mede restrição e transferência de trabalho após lesão, mas engana o C-level quando vira prova isolada de maturidade em segurança.

A CAT em acidente de trajeto costuma registrar o evento, mas raramente revela as falhas de jornada, rota, pressão de horário e gestão de terceiros que anteciparam o sinistro.

A NR-11 reduz pouco o risco de atropelamento por empilhadeira quando o pátio trata circulação, velocidade e pedestre como detalhes de operação, e não como barreiras críticas.

A NR-10 lista seis etapas obrigatórias para desenergizar um circuito elétrico, embora a maioria das fatalidades aconteça quando o eletricista treinado encurta uma delas por pressão de tempo.

APR e AST não são versões do mesmo formulário, e tratá-las como sinônimos custa caro: o canteiro brasileiro perde a função distinta de cada barreira e transforma a análise de risco em ritual.

TRIR e LTIFR em queda por dois trimestres seguidos podem indicar maturidade cultural ou subnotificação silenciosa, e cinco indicadores leading separam um cenário do outro antes da próxima fatalidade.

PGR brasileiro declara risco aceitável sem método de cálculo do residual, e essa assinatura é a porta que separa cumprir NR-01 de controlar SIF na planta.

Mudança técnica, organizacional ou de processo liberada sem MoC efetivo é a fonte mais subestimada de SIF em operação madura, ainda que o PGR esteja auditado em ordem.

A maior parte das fatalidades industriais cai em janelas atípicas como manutenção corretiva e modificação de processo, onde o GRO da NR-01 perde aderência ao trabalho real

What If em SST falha menos por método e mais por processo, e cinco movimentos do facilitador separam uma análise viva de uma chuva de palpite documentada na ata.