
PAE em saúde mental: 7 critérios para não virar fachada
O PAE só protege saúde mental quando vira linha de cuidado, indicador de risco e porta de decisão para SST, RH e medicina ocupacional.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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O PAE só protege saúde mental quando vira linha de cuidado, indicador de risco e porta de decisão para SST, RH e medicina ocupacional.

LOPA em SST separa barreira real de promessa de controle, embora só funcione quando a liderança testa independência, evidência e autoridade de decisão.

A taxa de severidade mostra o peso real dos acidentes, embora vire métrica decorativa quando o C-level a lê sem contexto operacional e cultural

AST em tarefas não rotineiras só protege quando transforma mudança, interface e energia perigosa em decisão de campo antes da assinatura da liberação.

Plano de rigging só protege contra SIF quando entra no PGR como barreira viva, com critério de parada, interfaces claras e indicador leading.

S-2210 após acidente não é só evento do eSocial; quando nasce mal preenchido, ele contamina evidências, prazos e plano de ação do RCA.

EPC versus EPI no PGR não é escolha de compra, mas decisão de responsabilidade, porque controle coletivo reduz exposição enquanto EPI transfere fragilidade para o trabalhador.

A substituição de risco no PGR é a decisão que evita transformar EPI em desculpa administrativa quando ainda existe alternativa de processo, material, layout ou engenharia.

Assédio moral e incivilidade entram no PGR por caminhos diferentes, e confundir os dois pode inflar denúncia, esconder risco psicossocial ou paralisar o plano de ação.

ALARP no PGR só funciona quando a liderança prova que reduziu o risco até um patamar defensável, não quando apenas aceita a matriz.