
Cegueira por experiência em SST: 5 sinais no veterano
A cegueira por experiência transforma o operador mais técnico do canteiro no mais provável de protagonizar SIF em tarefa rotineira que ele já fez mil vezes
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
PGR, NR-01, percepção de risco, APR/AST, HAZOP, Bow-Tie e métodos preventivos.

A cegueira por experiência transforma o operador mais técnico do canteiro no mais provável de protagonizar SIF em tarefa rotineira que ele já fez mil vezes

O Bow-Tie deveria mapear barreiras vivas contra fatalidades, mas em sete de cada dez plantas vira diagrama de consultoria que ninguém audita.

Bow-Tie funciona como instrumento de decisão sobre barreira preventiva e mitigatória, embora vire diagrama decorativo quando o gestor preenche para a auditoria sem rotina de revisão em campo.

Em 70% das fatalidades industriais a atividade estava classificada como verde ou amarela na matriz 5×5; veja cinco distorções estruturais e a alternativa SIF-aware.

A matriz de risco que coloca EPI como controle principal em rota que admite engenharia inverte a hierarquia da NR-01 e mantém o SIF latente, embora passe na auditoria conforme

A matriz de risco implantada na maioria das operações brasileiras não decide nada porque pinta de verde aquilo que já estava aprovado, e falha justo onde o SIF mora.

A matriz de risco 5×5 calibrada em consenso de sala raramente prevê SIF, e quatro distorções estruturais explicam por que o instrumento virou ritual administrativo na indústria.