
Dono do risco crítico: 8 decisões que não cabem no SESMT
O dono do risco crítico é o líder operacional que decide orçamento, prioridade, parada e correção antes que a barreira falhe e o SIF apareça.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
PGR, NR-01, percepção de risco, APR/AST, HAZOP, Bow-Tie e métodos preventivos.

O dono do risco crítico é o líder operacional que decide orçamento, prioridade, parada e correção antes que a barreira falhe e o SIF apareça.

Gatilho de não saída transforma percepção de risco em decisão operacional antes da tarefa crítica, com critérios claros para parar sem improviso.

Risco residual só é aceitável quando a liderança prova que controles foram testados, donos foram definidos e a operação sabe quando parar.

Bow-Tie só reduz SIF quando transforma cenários críticos em barreiras verificáveis, com dono, frequência de teste e decisão de parada.

Liberar trabalho a quente exige 7 controles antes da primeira faísca: área limpa, atmosfera testada, vigia definido, PT viva e resposta pronta.

Barreiras preventivas só reduzem risco quando são separadas das mitigatórias, testadas no campo e ligadas ao dono certo no PGR crítico de campo.

Mapa de riscos vivo conecta percepção dos trabalhadores, CIPA e PGR para transformar risco visto em controle verificável no campo.

O What If só reduz risco no canteiro quando transforma perguntas rápidas em barreiras verificáveis antes da frente de serviço começar.

PSSR, MOC e inspeção de prontidão operacional resolvem decisões diferentes antes da partida, e confundir os três deixa barreiras críticas sem dono.

O técnico de SST que assume o PGR precisa transformar inventário em rotina de controle, não em arquivo bonito para auditoria.