
Linha de base em SST: 6 erros que distorcem KPIs
Sem linha de base, indicador de SST vira peça de apresentação e perde a função de mostrar risco real antes do acidente grave.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
TRIR, LTIFR, DART, leading vs lagging, painéis executivos de SST e crítica ao zero acidentes como meta.

Sem linha de base, indicador de SST vira peça de apresentação e perde a função de mostrar risco real antes do acidente grave.

Ação corretiva vencida em SST não é atraso administrativo; é indicador leading de barreira fraca, liderança ausente e SIF em formação.

O custo de acidente em SST fica invisível quando a diretoria olha só TRIR, LTIFR e dias perdidos sem medir perda operacional, jurídica e cultural.

Um painel viário só protege a operação quando mede fadiga, velocidade, rota, devolutiva e reporte antes que o sinistro entre na estatística de SST.

Comparar indicadores de SST por setor só ajuda a diretoria quando a empresa ajusta exposição, maturidade e subnotificação antes de olhar o ranking.

Métricas culturais mostram se a segurança vive na rotina ou só aparece no painel, porque TRIR baixo pode esconder silêncio, medo e SIF.

Métricas para time de SSMA só provam valor quando mostram decisão mudada, barreira fortalecida e risco antecipado, não volume de tarefa concluída.

Absenteísmo em SST vira indicador leading quando o C-level cruza faltas curtas, turnos, liderança e eventos de risco antes que o dano apareça no TRIR.

A taxa de severidade em SST parece objetiva, mas pode esconder risco fatal quando dias perdidos, afastamentos longos e quase-acidentes graves são lidos fora do contexto operacional.

O DART mede restrição e transferência de trabalho após lesão, mas engana o C-level quando vira prova isolada de maturidade em segurança.