
B31 vs B91 vs retorno assistido: 5 controles para RH e SST
B31, B91 e retorno assistido exigem decisões diferentes sobre nexo, cuidado e reintegração; errar essa escolha aumenta recaída e risco operacional.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
Saúde mental no trabalho — burnout, estresse ocupacional, NR-01 (riscos psicossociais), prevenção e cuidado integrado à liderança em segurança.

B31, B91 e retorno assistido exigem decisões diferentes sobre nexo, cuidado e reintegração; errar essa escolha aumenta recaída e risco operacional.

Burnout no time de SSMA exige 7 etapas de controle, porque quem protege a operação também precisa de linha de cuidado, liderança e rotina sustentável.

Retorno pós-afastamento por saúde mental exige protocolo de SST, RH e medicina ocupacional para proteger a pessoa sem improvisar decisão clínica.

Junho Vermelho só vira ação de SST quando conecta doação de sangue, PCMSO, linha de cuidado e liderança sem transformar saúde em campanha decorativa.

Comparativo mostra quando PAE, telemedicina e retorno assistido protegem saúde mental ocupacional sem virar benefício decorativo ou retorno inseguro.

Saúde mental no home office precisa ser mapeada por sinais de trabalho, controles de rotina e devolutiva, não por curiosidade clínica individual.

Exaustão no chão de fábrica vira risco de SIF quando liderança trata fadiga como fraqueza individual, não como sinal operacional mensurável.

O PAE só protege saúde mental quando vira linha de cuidado, indicador de risco e porta de decisão para SST, RH e medicina ocupacional.

Saúde mental do líder em SST exige limites claros, linha de cuidado e leitura de sobrecarga, porque supervisor esgotado vira barreira fraca.

O retorno ao trabalho após afastamento por saúde mental falha quando RH, SST e medicina tratam liberação clínica como controle do risco.