
Linha de base em SST: 6 erros que distorcem KPIs
Sem linha de base, indicador de SST vira peça de apresentação e perde a função de mostrar risco real antes do acidente grave.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Página 53

Sem linha de base, indicador de SST vira peça de apresentação e perde a função de mostrar risco real antes do acidente grave.

O Modelo Bradley ajuda a ler maturidade em SST, mas vira teatro quando a empresa troca evidência operacional por autoavaliação otimista.

Ação corretiva vencida em SST não é atraso administrativo; é indicador leading de barreira fraca, liderança ausente e SIF em formação.

A comunicação com famílias após uma fatalidade em SST exige escuta, cronologia honesta e compromisso verificável, porque a frase defensiva da empresa costuma agravar o dano humano, jurídico e cultural.

O custo de acidente em SST fica invisível quando a diretoria olha só TRIR, LTIFR e dias perdidos sem medir perda operacional, jurídica e cultural.

Um painel viário só protege a operação quando mede fadiga, velocidade, rota, devolutiva e reporte antes que o sinistro entre na estatística de SST.

Comparar indicadores de SST por setor só ajuda a diretoria quando a empresa ajusta exposição, maturidade e subnotificação antes de olhar o ranking.

Maquinas agricolas viram SIF na safra quando rota, manutencao, fadiga, carona e bloqueio ficam fora da leitura real da NR-31.

Trânsito interno no canteiro vira risco fatal quando NR-18, fluxo de pedestres, máquinas móveis e liderança operam como rotinas separadas.

A CAT no S-2210 protege a empresa quando traduz a investigação do acidente típico em causa, lesão, prazo, nexo e ação corretiva rastreável.