
Pré-mortem de segurança: 9 perguntas antes da tarefa
Pré-mortem de segurança reduz surpresa operacional quando transforma risco crítico em nove perguntas de liberação antes da frente começar.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
PGR, NR-01, percepção de risco, APR/AST, HAZOP, Bow-Tie e métodos preventivos.

Pré-mortem de segurança reduz surpresa operacional quando transforma risco crítico em nove perguntas de liberação antes da frente começar.

Controle temporário no PGR evita que desvio provisório vire rotina, desde que tenha prazo, dono, evidência e gatilho de retirada.

Análise pré-tarefa evita SIF quando transforma a conversa antes da execução em decisão verificável sobre risco, barreira e autoridade de parada.

MOC em SST só reduz risco quando toda mudança de processo, layout, pessoa, tecnologia ou rotina passa por triagem antes de chegar ao turno.

HAZOP, Bow-Tie e FMEA não competem pelo mesmo problema: cada método vence quando a decisão exige um tipo diferente de evidência sobre risco crítico.

Inspeção de segurança em campo só reduz risco quando muda barreira, dono e decisão no turno, porque checklist preenchido sem consequência vira conformidade decorativa.

FMEA em empilhadeiras só reduz atropelamento quando transforma modo de falha em barreira testada no pátio, não em RPN confortável.

PSSR em SST só reduz risco quando trava a partida até que mudança, barreira e evidência estejam verificadas em campo.

A granularidade do inventário de riscos decide se o PGR enxerga exposição real ou esconde SIF dentro de categorias amplas demais.

LOPA em SST separa barreira real de promessa de controle, embora só funcione quando a liderança testa independência, evidência e autoridade de decisão.