
PepsiCo LatAm: 5 decisões que reduziram 86%
O caso PepsiCo LatAm mostra que redução de acidentes nasce de liderança visível, rotina de campo e indicadores leading, não de slogans.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
Liderança operacional e executiva pela segurança, antifragilidade, gestão de equipe e condução de crise.

O caso PepsiCo LatAm mostra que redução de acidentes nasce de liderança visível, rotina de campo e indicadores leading, não de slogans.

Mandato de segurança do supervisor define alçada, recursos, recusa, reporte e rotina de campo para que a liderança operacional não dependa de coragem individual.

Gerente de SSMA recém-promovido ganha autoridade nos primeiros 90 dias quando troca urgência dispersa por mandato claro, campo, indicadores e donos de risco.

Cobrança de rotina da diretoria em SST funciona quando transforma risco crítico em decisão semanal, com dono, prazo, barreira e verificação em campo.

Comitê, dono do risco e SESMT cumprem papéis diferentes na governança de SST, e confundir os três atrasa decisões críticas.
Delegação em SST falha quando a liderança transfere cobrança sem transferir autoridade, recurso, prazo e critério de escalada.

Quando o plano de segurança não combina com o campo, o supervisor precisa decidir em 7 perguntas se para, ajusta ou escala o risco.
Pré-mobilização de contratadas em SST só protege a operação quando transforma contrato, risco, liderança e campo em decisões verificáveis.
O handover de turno em SST só protege a operação quando transforma fadiga, mudança de condição e barreiras críticas em decisão explícita antes da próxima equipe assumir.

O novo coordenador de SST precisa transformar urgência, rotina e liderança em 7 decisões nos primeiros 90 dias.