
7 mitos sobre LTIFR que o conselho ainda aceita
LTIFR vira ruído quando a diretoria o lê sem base de exposição, indicadores leading e devolutiva rápida.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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LTIFR vira ruído quando a diretoria o lê sem base de exposição, indicadores leading e devolutiva rápida.

Subnotificação quase nunca nasce no operador: ela cresce quando meta, base, devolutiva e bônus ensinam a equipe a proteger o número em vez de reportar o risco.

Um painel mensal de SST para diretoria funciona quando traduz 5 indicadores, 3 camadas de leitura e 1 ciclo de decisão em risco real, e não em verniz de planilha.
Um canal de dúvida só funciona quando o turno sabe perguntar, a liderança responde no mesmo ciclo e a retaliação deixa de ser custo oculto.
A taxa de reporte por 100 trabalhadores normaliza o volume de alertas pela base exposta e mostra se o campo está falando mais ou só parecendo melhor.
Quando a liderança passa a cobrar, decidir e devolver no ritmo do campo, a queda de 86% deixa de parecer sorte e passa a ser um efeito de devolutiva de campo.
Quando a investigação começa no relatório e não na cena, 7 sintomas aparecem cedo e a causa real some antes de virar decisão de liderança.
Nos primeiros 90 dias, o supervisor novo precisa preservar evidências, ouvir testemunhas cedo e fechar a causa só depois da linha do tempo.
Autonomia decisória só vira controle de PGR quando a empresa define quem decide, qual limite existe e quais 8 controles a liderança sustenta.
Testar hipóteses rivais evita RCA apressado, separa fato de inferência e mostra como fechar a apuração com evidência, não com pressa no campo.