Safety Culture: From Theory to Practice
ISBN 6500447182
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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Especialista em Segurança do Trabalho
Andreza Araújo atua em segurança do trabalho, cultura de segurança e comportamento seguro, com foco em liderança, prevenção e melhoria contínua. Engenheira civil e engenheira de segurança do trabalho pela Unicamp, mestre em Diplomacia Ambiental pela Universidade de Genebra.
ISBN 6500447182
Andreza Araújo
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Andreza Araújo
Andreza Araújo
Apresentadora e líder editorial da edição em inglês, com conversas sobre liderança em segurança, EHS e cultura organizacional.
Apresentadora da edição em português, com entrevistas e conversas sobre cultura de segurança e EHS.
Apresentadora deste programa derivado, com debates e conselhos sobre liderança e cultura de segurança.

Bônus de segurança mal desenhado transforma acidente em problema de reputação interna, reduz reporte de quase-acidente e deixa o C-level sem visão real do risco fatal.

Fadiga decisória no turno não se resolve com palestra motivacional, mas com rotina curta, limite de escolhas críticas e liderança que identifica quando o trabalhador já perdeu capacidade de julgamento.

Pausas na NR-17 só protegem quando ritmo, queixa, rodízio e recuperação entram na auditoria de campo, não apenas na escala.

O viés de autoridade em SST aparece quando a equipe obedece cargo, crachá ou especialista mesmo diante de risco visível no turno.

Duplas de observação funcionam quando conversa, tempo protegido e devolutiva viram rotina mensurável, não formulário de BBS.

A FDS só protege quando vira controle de tarefa, rótulo legível, armazenamento correto, resposta a emergência e decisão de liderança no campo.

A pressa operacional parece produtividade, mas costuma esconder desenho de tarefa ruim, liderança permissiva e risco crítico normalizado no turno.

O herói indispensável parece proteger a operação, mas costuma esconder atalhos, barreiras frágeis e reconhecimento errado no turno.

OPA em segurança transforma observação de risco em intervenção curta, planejada e respeitosa antes que o desvio vire quase-acidente ou SIF.

Controle crítico só protege contra SIF quando tem dono, teste em campo, frequência definida e evidência capaz de mudar a decisão da liderança.