Safety Culture: From Theory to Practice
ISBN 6500447182
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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Especialista em Segurança do Trabalho
Andreza Araújo atua em segurança do trabalho, cultura de segurança e comportamento seguro, com foco em liderança, prevenção e melhoria contínua. Engenheira civil e engenheira de segurança do trabalho pela Unicamp, mestre em Diplomacia Ambiental pela Universidade de Genebra.
ISBN 6500447182
Andreza Araújo
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Andreza Araújo
Andreza Araújo
Apresentadora e líder editorial da edição em inglês, com conversas sobre liderança em segurança, EHS e cultura organizacional.
Apresentadora da edição em português, com entrevistas e conversas sobre cultura de segurança e EHS.
Apresentadora deste programa derivado, com debates e conselhos sobre liderança e cultura de segurança.

Relatório fotográfico de acidente só ajuda o RCA quando registra cena, barreiras e sequência sem contaminar evidência nem antecipar culpa.

Lições aprendidas após acidente só reduzem recorrência quando viram decisão, dono, prazo, devolutiva e verificação no campo em até 45 dias reais.

Saúde mental no home office precisa ser mapeada por sinais de trabalho, controles de rotina e devolutiva, não por curiosidade clínica individual.

Liberar trabalho a quente exige 7 controles antes da primeira faísca: área limpa, atmosfera testada, vigia definido, PT viva e resposta pronta.

Auditar PCMSO e ASO em 30 dias exige cruzar PGR, exames ocupacionais, S-2220, afastamentos e evidências médicas sem transformar saúde ocupacional em arquivo morto.

Barreiras preventivas só reduzem risco quando são separadas das mitigatórias, testadas no campo e ligadas ao dono certo no PGR crítico de campo.

Mapa de riscos vivo conecta percepção dos trabalhadores, CIPA e PGR para transformar risco visto em controle verificável no campo.

O What If só reduz risco no canteiro quando transforma perguntas rápidas em barreiras verificáveis antes da frente de serviço começar.

Trabalho noturno precisa de controle de fadiga, escala, pausas e liderança, porque treinamento isolado não protege atenção no fim do turno.

Exaustão no chão de fábrica vira risco de SIF quando liderança trata fadiga como fraqueza individual, não como sinal operacional mensurável.