
Analista de KPI em SST: 8 lacunas do primeiro painel
O primeiro painel do analista de KPI em SST precisa separar número bonito de risco real, com 8 lacunas que mudam a decisão do gestor.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
Categoria
TRIR, LTIFR, DART, leading vs lagging, painéis executivos de SST e crítica ao zero acidentes como meta.

O primeiro painel do analista de KPI em SST precisa separar número bonito de risco real, com 8 lacunas que mudam a decisão do gestor.

Absenteísmo em SST vira indicador preventivo quando cruza afastamentos, turnos, riscos críticos e retorno ao trabalho antes da taxa explodir.

A taxa de quase-acidente mede eventos precursores em relação às horas trabalhadas e funciona como indicador leading que antecipa a lesão grave antes que ela aconteça.

A taxa de reporte só vira indicador leading quando mede confiança, resposta e qualidade do risco, não apenas volume de formulários enviados.

TRIR, LTIFR e taxa de severidade só ajudam o conselho quando aparecem em mix com SIF potencial, barreiras críticas e aprendizado real.

Comitê executivo de SST erra quando escolhe indicador pela facilidade de coleta, não pela capacidade de antecipar SIF, custo e decisão.

Indicador verde em SST precisa ser testado contra exposição real, subnotificação e qualidade dos controles antes de virar narrativa executiva.

Painel mensal de SST só orienta decisão quando separa dano ocorrido, risco crítico, qualidade do registro e ação preventiva verificável em campo.

DART em SST mostra afastamento, restrição e transferência, mas só vira decisão preventiva quando conversa com SIF, subnotificação e leading indicators.

Orçamento de prevenção em SST só convence a diretoria quando traduz controles, indicadores leading e risco material em decisão financeira verificável.