
Acidente recorrente: 8 sinais de plano que não aprendeu
Acidente recorrente raramente prova azar; na maioria das operações, ele revela plano de ação que fechou tarefa, mas não mudou barreira, decisão nem liderança.
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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Acidente recorrente raramente prova azar; na maioria das operações, ele revela plano de ação que fechou tarefa, mas não mudou barreira, decisão nem liderança.

Eletricista autorizado precisa transformar certificado, NR-10, bloqueio, SEP e ordem de serviço em controles verificáveis nos primeiros 30 dias.

Hipótese rival no RCA impede que o comitê feche a investigação cedo demais, porque obriga a testar explicações alternativas antes do plano de ação.

Procedimento de campo só protege quando cabe no turno, fala a língua da operação e transforma risco crítico em ação verificável.

Entrevista de testemunhas terceirizadas exige proteger fatos, contrato, idioma, hierarquia e medo de retaliação para que o RCA não perca o trabalho real.

Bow-tie reverso transforma um SIF potencial em mapa de barreiras falhas, controles ausentes e ações verificáveis antes que o quase-acidente vire fatalidade.

Linha do tempo de acidente separa fato, hipótese, barreira e decisão para impedir que a investigação vire narrativa pronta depois do dano.

Curva de exposição transforma frequência, duração, população exposta e variação operacional em decisão de risco antes que a matriz esconda a tarefa crítica.
Administrar riscos no PGR exige decisão, dono, barreira e verificação, porque risco apenas aceito no papel continua exposto no campo.
EPC e EPI não competem no PGR: o controle coletivo deve reduzir a exposição na origem, enquanto o EPI entra como última camada quando o risco residual ainda existe.