Safety Culture: From Theory to Practice
ISBN 6500447182
Blog da Loja Andreza Araujo.
Por Andreza Araujo Especialista em EHS e Cultura de Segurança
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Especialista em Segurança do Trabalho
Andreza Araújo é referência internacional em EHS, cultura de segurança e comportamento seguro, com 25+ anos liderando programas de transformação cultural em multinacionais e impactando funcionários em mais de 30 países. Reconhecida como LinkedIn Top Voice, contribui para a conversa pública sobre liderança, cultura de segurança e prevenção. Engenheira civil e engenheira de segurança do trabalho pela Unicamp, mestre em Diplomacia Ambiental pela Universidade de Genebra. Autora de 16 livros sobre cultura de segurança, liderança e prevenção de SIF.
ISBN 6500447182
Andreza Araújo
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Apresentadora e líder editorial da edição em inglês, com conversas sobre liderança em segurança, EHS e cultura organizacional.
Apresentadora da edição em português, com entrevistas e conversas sobre cultura de segurança e EHS.
Apresentadora deste programa derivado, com debates e conselhos sobre liderança e cultura de segurança.

Atalho operacional vira risco quando a equipe aprende a ganhar tempo removendo barreiras que ainda parecem pequenas demais para interromper a tarefa

Celular ao volante em frota não é apenas indisciplina do motorista, mas sintoma de metas, comunicação e supervisão que normalizam distração crítica.

Primeiros socorros repetidos em SST revelam risco invisível quando a empresa trata dor recorrente, corte pequeno e quase-acidente como evento sem consequência.

Escoramento em escavação só protege quando a NR-18 vira decisão diária de campo, não desenho arquivado depois que o solo já mudou

A janela circadiana transforma direção defensiva em decisão de escala, porque fadiga, turno e pressão de entrega antecedem o sinistro.

O prontuário elétrico da NR-10 falha quando vira pasta de auditoria e deixa de provar desenergização, competência e barreiras críticas no campo.

Tolerância zero ao erro parece firme, mas costuma silenciar quase-acidentes, maquiar decisões de supervisão e atrasar aprendizado antes do SIF.

A gestão de crise em SST falha quando a liderança tenta proteger a narrativa antes de controlar exposição, pessoas, evidências e retomada operacional.

Cultura patológica em SST nega risco com aparência de ordem, punindo quem fala e protegendo indicadores antes de proteger pessoas.

Calor ocupacional não se controla só com medição de IBUTG, porque a exposição real muda com turno, hidratação, ritmo e liderança.